Alguns países já discutem a obrigatoriedade de alertas em embalagens de ultraprocessados — incluindo produtos como Doritos e M&Ms — informando que não são recomendados para consumo humano quando contêm determinados aditivos.
Corantes sintéticos, antioxidantes artificiais, realçadores de sabor, emulsificantes…
Diversas dessas substâncias estão associadas a inflamação de baixo grau, alterações na microbiota intestinal, impacto no comportamento e até maior risco de doenças metabólicas e crônicas.
Isso não é terrorismo nutricional.
É sobre transparência, tomada de decisão informada e consciência do que realmente colocamos no prato.
Salve esse conteúdo e compartilhe com quem ainda acredita que certos “lanchinhos inocentes” não têm impacto nenhum na saúde.
Para entender o contexto:
O Projeto de Lei 25, aprovado recentemente pelo Senado do Texas, determina que produtos industrializados contendo aditivos químicos já proibidos ou restringidos na União Europeia — como dióxido de titânio, BHA, BHT, corantes artificiais e alguns emulsificantes — sejam rotulados com um aviso específico ao consumidor.
Se for sancionada, a nova regra passa a valer em 2027 e pode atingir diretamente marcas amplamente consumidas, como Skittles, M&Ms, Doritos, Froot Loops e várias outras.
Lembrando que os ultraprocessados comprometem o equilíbrio da microbiota intestinal, favorecendo inflamações, disbiose e prejuízo na absorção de nutrientes.

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