Em depoimento à polícia, um dos homens que lançou Maria Eduarda falou sobre o ocorrido

 


Os depoimentos dos envolvidos na morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas continuam sendo analisados pela Polícia Civil de São Paulo. Entre as declarações prestadas pelas pessoas que participavam da organização do salto de rope jump, uma das que mais chamaram a atenção foi a de Maicon Fernandes. O instrutor afirmou não conseguir compreender como a ausência das cordas passou despercebida até o momento em que a jovem foi lançada da ponte.

Segundo as investigações, Maria Eduarda morreu após cair de uma altura aproximada de 40 metros sem estar conectada aos equipamentos de segurança. A tragédia ocorreu durante um evento realizado na Ponte do Esqueleto, em Limeira. O caso resultou na prisão de três homens, suspeitos de homicídio com dolo eventual, modalidade em que a pessoa assume o risco de produzir determinado resultado.

Depoimento de Maicon Fernandes

Durante o depoimento, Maicon afirmou possuir experiência na prática do esporte e destacou que nunca havia presenciado um acidente semelhante. O investigado declarou que participou de diversas atividades desde 2020 sem qualquer ocorrência fatal. Mesmo assim, disse não conseguir explicar de que forma a falha aconteceu naquele dia. "Eu não consigo entender em que momento que eu não vi", afirmou.

A declaração reforça uma das principais dúvidas da investigação: como nenhum dos envolvidos percebeu que Maria Eduarda não estava presa às cordas antes de ser lançada. De acordo com os relatos já colhidos, a jovem utilizava equipamentos de proteção no corpo, mas os dispositivos de segurança que deveriam estar conectados ao sistema principal não estavam instalados.

Deixe Seu Comentário

Postagem Anterior Próxima Postagem