Mas a pergunta que ronda a direita paranaense é outra: quem entra no lugar dele se a Justiça Eleitoral fechar a porta?

A situação do ex-deputado cassado voltou ao Supremo Tribunal Federal (STF), ao Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) e ao debate público sobre liberdade de imprensa, inelegibilidade e segurança jurídica da candidatura.

Deltan ainda tem voto, vitrine e força no eleitorado lavajatista. O problema é que uma candidatura juridicamente contestada pode virar peso para aliados, prefeitos, doadores e candidatos proporcionais.

Em entrevista, o próprio Deltan citou nomes como Paulo Martins e Jeffrey Chiquini como alternativas do Novo. Não é confirmação de troca. Mas mostra que o partido sabe onde está o risco.

A eleição de 2026 terá duas vagas ao Senado no Paraná. Nesse jogo, ninguém quer descobrir tarde demais que apostou em um nome barrado.

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