Comentário feito por Dona Déa Lúcia em uma publicação da morte do comandante Felipe continua dando o que falar


A dolorosa perda do comandante Felipe Marques Monteiro, de 45 anos, que faleceu no último domingo, 17 de maio de 2026, gerou uma onda de consternação que uniu forças de segurança e personalidades de todo o país.

O piloto de helicóptero da Polícia Civil do Rio de Janeiro não resistiu a graves complicações infecciosas após enfrentar uma longa batalha pela vida, iniciada em março de 2025, quando foi baleado na cabeça em uma operação na Vila Aliança, em Bangu.

Entre as milhares de mensagens de apoio direcionadas à família nas redes sociais, o pronunciamento de Déa Lúcia, mãe do saudoso ator Paulo Gustavo, destacou-se pelo tom de acolhimento e espiritualidade.

Sensibilizada com o calvário vivido pelo agente e por sua esposa, Keidna Marques, que compartilhou publicamente cada etapa da internação, Déa Lúcia usou suas plataformas para emanar conforto à família.

Sabendo de perto o peso de enfrentar o luto e a dor de ver um ente querido passar por cuidados intensivos hospitalares, ela dedicou uma mensagem de repouso e espiritualidade ao piloto.

 “Que ele descanse na PAZ do Senhor”, escreveu ela, sintetizando o desejo coletivo de que o sofrimento do policial finalmente cessasse após 14 meses de internações, comas e cirurgias complexas.

O comentário de Déa Lúcia somou-se ao de outras figuras públicas, como a autora Glória Perez e a ex-BBB Mariana Felício, que acompanhavam o drama familiar.
Felipe havia recebido uma emocionante alta hospitalar em dezembro de 2025, após nove meses no Hospital São Lucas, mas o sonho da reabilitação em casa foi interrompido no início deste ano por sucessivas intercorrências clínicas.

O quadro do comandante se agravou de forma irreversível a partir de abril, após passar por um procedimento de prótese craniana. A cirurgia desencadeou uma infecção severa que exigiu o uso de antibióticos potentes e novas intervenções cirúrgicas de emergência no início de maio para conter sangramentos e hematomas intracranianos.

Na quinta-feira, dia 14, as funções vitais do piloto apresentaram uma alteração crítica e, apesar do empenho da equipe médica e do desabafo de Keidna de que a família vivia um momento muito difícil de lidar, o guerreiro da aviação policial não resistiu, deixando um legado de coragem que inspirou a admiração de todo o Brasil.


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